O que fazer em Amsterdam

Quando você pensa em Amsterdam o que vem na cabeça? Duvido que a resposta não será “coffeeshops, red light e bicicletas”, até porque são costumes bem diferentes do Brasil, que com certeza chamam bastante a nossa atenção. E sim, eu fui com essa imagem de Amsterdam, mas chegando lá, vi que é muito mais do que isso! Um cidade curiosa, com detalhes em cada esquina, com um povo tranquilo, ruas fofas, casas em barcos, lojas bizarras e muito mais!

Deixamos as malas no hotel e de cara já conhecemos o nosso primeiro transporte: o tram! Um ônibus/trem/bondinho que circula pelas ruas confusas da cidade, mas que são de fácil acesso e, apesar dos nomes mega bizarros das ruas, é fácil para se localizar, já que em cada ponto está o nome do destino e o horário certinho.

Paramos no centro e aproveitamos o resto do dia para conhecer o centro da cidade, cheio de lojas de roupas legais, muitas de souvenires, e outras muito loucas, que vendem desde cogumelos alucinógenos a incensos. Nesse dia também conhecemos a fast food SMULLERS, uma lanchonete onde você coloca moedas (1,50 euros) na máquina e escolhe o que vai comer ao abrir algum dos “forninhos” disponíveis. Lá tem vários tipos de croquetes e mini hambúrgueres. Vale experimentar!

Outra coisa curiosa são as lojinhas de comidas. Gente, são MUITAS lojas com vitrines de doces, pizzas, hambúrgueres, e todas as gostosuras que você imaginar! #matalarica

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Era noite e depois de jantarmos decidimos conhecer a famosa Red Light District, que fica perto do centro. Chegando lá, é isso mesmo: várias vitrines com prostitutas oferecendo seus serviços. Achei o clima péssimo, mas por ser tão famosa não poderia ir embora sem ao menos ver como era. Uma curiosidade: as prostitutas tem garantido pelo governo holandês assistência médica, direitos trabalhistas e também a fiscalização para boas condições de trabalho.

Detalhe importante: nunca tente tirar foto dessa rua! As mulheres chamam os guardas e você pode levar uma multa!

No dia seguinte fomos visitar a famosa placa I amsterdam, que virou ícone na cidade! Fica em frente ao Rijksmuseum, que acabamos não conhecendo. Depois decidimos ir ao museu da Heineken que já havia sido muito bem recomendado por alguns amigos. É demais!! Um experiência diferente, cheia de história e tecnologia, fora as diversas degustações de cerveja que rolam pelo caminho. Super recomendo!!!

Ah, e a lojinha da Heineken no final do tour é perdição. Tem uns acessórios super legais e diferentes para colocar no seu “bar” ou até mesmo para decorar o quarto! Vale os euros.

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Em seguida encontramos uma lojinha que alugava bike (vários modelos diferentes para escolher). O aluguel gira em torno de 14 euros o dia. Que sensação incrível!!!! As ruas são lindas e ótimas para andar de bike, você só tem que ficar atendo, pois é muita gente andando na rua e andando de bicicleta também, cuidado para não ser atropelado! E cuidado para não cair no meio da rua e pagar um mico gigante igual aconteceu comigo. hahahaha!!! No final do post coloquei o vídeo para vocês rirem um pouquinho! Mas pera, deixa eu explicar: a bicicleta era bem alta, eu não conseguia encostar o pé todo no chão… era uma subida, eu desequilibrei e pá! ahhaha! O melhor foi a moça super fofa perguntando se estava tudo bem comigo =)

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Não deixem de visitar o Museu da Anne Frank! É muito legal, durante o passeio você se sente dentro da vida da Anne, lendo páginas do seu diário, vendo fotos e imaginando tudo que ela viveu naquele tempo. Nesse link vocês podem ver informações como localização e um pouco da história dela.

Para finalizar, é claro que fomos conhecer o Bulldog, coffeeshop mais famoso de Amsterdam. São vários espalhados pela cidade, e cada um com um estilo diferente. Quando você entra, já vem a nuvem de fumaça logo de cara. Pedimos um chocolate quente (não podem vender bebidas alcoólicas nesses locais) e ficamos um tempo observando as pessoas! É engraçado demais! Vale a experiência!

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Amsterdam tem algumas outras atrações turísticas como passeio de barco pelos canais, o bar feito de gelo, Museu de Van Gogh e outras, que ficarão para a minha próxima visita. Mas a minha dica é não deixar de alugar bicicleta, pois você se sente “parte” da cidade, já que todos a utilizam para trabalhar, passear e o que for.

E agora é hora de vocês sentirem vergonha alheia! Divirtam-se… hahahahha!