bali roteiro 15 dias

Bali: roteiro para 15 dias de viagem (de baixo custo)

A Indonésia é o lugar perfeito para quem quer conhecer praias paradisíacas, novas culturas e visuais de tirar o fôlego. Se você busca um roteiro de baixo custo por Bali, esse post é perfeito para você.

Quem escreveu esse relato foi a minha irmã, Lysia, que fez uma viagem de 15 dias pela Indonésia, principalmente pela ilha de Bali, em janeiro e fevereiro de 2017. Ela e Pepe, seu namorado, compartilharam um roteiro incrível para me deixar morrendo de saudades da minha viagem de 2013 para lá.

Vale lembrar que eles foram na época de chuva (de novembro a março). Eles pegaram bastante dias chuvosos, salvo alguns poucos que abriram um solzão, mas ainda assim foi possível aproveitar quase tudo e todos os visuais eram incríveis!

Mas, se você conseguir conciliar as suas férias com a época seca (de abril a outubro), vai ser possível aproveitar ao máximo cada cantinho que essa ilha tem a oferecer.

Dia 1: Kuta

Chegamos no Aeroporto Internacional de Denpassar às 20h da noite e precisávamos de um lugar para passar a primeira noite. Decidimos ir para Kuta, que é a cidade próxima ao aeroporto e é um lugar mais badaladinho e com vários restaurantes e lojinhas.

Estávamos bem cansados quando chegamos em Kuta, então não quisemos gastar muito tempo procurando um lugar pra ficar. Nosso taxista indicou o Bendesa Hotel, um lugar bem simples, próximo à rua principal de Kuta e custou Rp 200.000 (cerca de R$47).

Dia 2: Gili Trawangan

No dia seguinte fomos para as Gili Islands. Fechamos um pacote de transporte por Rp 1.125.000 (R$263) para os dois, que incluía o transfer de Kuta até o porto de Padang Bay e de volta para a cidade de Canggu (o destino seguinte a Gili), além do barco para a ilha.

Não reservamos hotéis em Gili. Ao desembarcar na ilha, fomos abordados por vários locais que nos ofereceram acomodações. Resolvemos ir com um homem simpático que nos prometeu bom preço (Rp150.000 a diária – R$35) e uma boa localização. O hotel era um bangalô bem confortável chamado Gili Bale Ray e que contava com água doce no banheiro, o que é um luxo pra ilha que não tem cachoeiras e chove pouco.

O dono do hotel (Ray) nos sugeriu um bar para ver o pôr do sol chamado Sunset Bar, que ficava a uns 20 minutos andando do nosso hotel. OBS: na ilha não existem carros, os únicos meios de transporte são charretes ou bicicletas. Infelizmente as nuvens tamparam o pôr do sol, mas o visual ainda assim é incrível e tem um balanço lindo no mar que, mesmo com o céu nublado, nos rendeu ótimas fotos.

Gili Islands em casal

Dia 3: Snorkel pelas Gili Islands

No nosso terceiro dia nesse paraíso, resolvemos fazer um passeio de snorkel que super recomendamos. Pagamos Rp 100.000 (R$23) cada um com todo o equipamento incluso e, de bônus, o chão do barco era de vidro, nos possibilitando ver toda a beleza do fundo do mar durante o passeio inteiro. Esse passeio é oferecido em todas as esquinas, então não precisa se preocupar em reservar com antecedência.

O passeio tem 3 paradas: a primeira em Gili Trawangan. A diversidade do coral era incrível e ainda pudemos avistar várias tartarugas.

Snorkel em Gili Islands

A segunda parada foi em Gili Meno, onde mergulhamos num coral um pouco menos vivo do que o primeiro, mas ainda assim foi lindo. E na terceira, Gili Air, nadamos no meio de um cardume enorme de peixinhos que nossos guias alimentavam. Quando acabamos o mergulho, almoçamos em um ótimo restaurante de frente para o mar também em Gili Air.

Snorkel nas Gili Islands

Dia 4: Passeio de bicicleta por Gili Trawangan

Alugamos duas “monster bikes” (bicicletas usadas pra andar na areia) por Rp 250.000 cada (R$58) para passear pela ilha. Não é muuuito barato, mas você pode ficar 24 horas com a bicicleta e é possível dar a volta na ilha toda, margeando a praia, em menos de 2 horas.

Esse foi um programa bem legal que fizemos e recomendamos! Também é possível alugar bicicletas “normais” por Rp 100.000 (R$23), mas não é muito recomendável caso você queira dar a volta na ilha, porque muitos trechos são só areia e você tem que empurrar a bike que fica atolada.

Para a noite, uma das melhores opções é o night market, que tem opções tradicionais e deliciosas a um preço incrível, cerca de Rp 25.000 para duas pessoas (R$6).

Dia 5: Canggu

Pegamos o fast boat de volta para a ilha de Bali e chegando lá, o transfer do pacote de transporte que tínhamos comprado já estava nos esperando.

Decidimos ir para Canggu, onde alguns amigos brasileiros haviam alugado uma casa. A cidade é bem badalada, com muitas opções de coisas para fazer a noite, como bares e baladas. É também um bom lugar pra quem curte surfar.

Um dos cartões postais dessa cidade é o Pura Tanah Lot, um templo que fica em pleno mar e você só consegue ir na maré baixa. Infelizmente nós não demos essa sorte no nosso único dia em Canggu, então foi um passeio que ficou pra próxima.

À noite, fomos em um local chamado La Favela, que é um restaurante que vira uma balada mais tarde, super animado e cheio de turistas. Ele fica em Seminyak, cerca de 30 minutos de carro de Canggu.

Dia 6: passeio de scooter por Canggu

No dia seguinte, alugamos uma scooter por Rp50.000 (R$12) e demos uma volta nos arredores do lugar onde estávamos. Estávamos na rua mais conhecida de Canggu (Jl. Pantai Batu Bolong), onde você encontra várias lojinhas incríveis, diversas lojas de equipamentos de surfe, e demos a sorte de estar lá num domingo, pois nesse dia rola uma feira de artesãos locais numa vila chamada People’s.

Mais tarde pegamos um taxi (pagamos Rp250.00 – R$58) para o nosso próximo destino. Chegamos em Ubud no final do dia, então a única coisa que fizemos foi arranjar um lugar para ficar. Encontramos uma pousadinha muito simpática chamada Yuliati House e pagamos Rp200.000 por noite (R$47).

Dia 7: Ubud

Resolvemos começar o dia 7 indo ao tão conhecido Mercado de Ubud. E ele não decepcionou! O mercado é enooorme e conta com diversas lojinhas e barracas dos mais diversos tipos de artesanatos, comidas típicas, roupas locais, é tanta opção que você fica perdido!

Fomos logo cedo, então pegamos a maior parte das lojas ainda abrindo. Isso por um lado foi muito bom pra quem gosta de barganhar o preço das coisas, pois para eles a primeira venda do dia é sinal de boa sorte, então se você demonstrar algum interesse em algo da loja deles, eles não vão te deixar sair de lá até você comprar algo, não importa o preço que você vai pagar.

Depois do mercado, resolvemos alugar uma scooter para conhecer os templos dos arredores, pois afinal Ubud é muito conhecido pela religião e os seus diversos templos. A primeira parada foi o Monkey Forest Temple, com um nome bem auto explicativo. O templo fica no meio da floresta e é cheio de macaquinhos, cerca de 700!

Tem algumas regras para que você se dê bem com os bichinhos, como não olhar no olhos deles. Também é importante ressaltar que eles são bem espertinhos e adoram um brinquedo novo, então tenham cuidado com celulares ou óculos, porque se você der mole, eles realmente pegam e saem floresta a fora com seus pertences. Por sorte, não tivemos nenhum problema com isso e ainda conseguimos tirar algumas fotos com uns macacos super simpáticos que vieram brincar com a gente.

Monkey Temple, Ubud, Bali

No caminho para o outro templo, paramos em um restaurante com vista para os campos de arroz de Tegalalang, os mais famosos de Ubud, que são realmente lindos!

O outro templo que nós fomos se chama Tirta Empul ou Holy Spring Water Temple. O lugar é realmente sagrado e tem uma energia incrível. É necessário usar um sarongue no templo, que eles dão na entrada, tanto mulheres quanto homens, como sinal de respeito ao local. São diversas fontes em que as pessoas vão para se banhar e purificar a alma.

Holy Spring Water Temple, Bali

Dia 8: passeio de bike pelos campos de arroz em Ubud

Acordamos cedo nesse dia para fazer um passeio muito legal! Era um pacote fechado e que começava com uma paradinha em uma plantação de café local onde nós tomávamos o nosso café da manhã típico balinês.
As comidinhas são, no geral, uns doces feitos de arroz com uma massa recheada com côco ou geléia.

Nesse mesmo lugar também pudemos experimentar vários tipos de chás e cafés locais, como o café de Luwak, ou civeta, como o bichinho se chama em português. Esse café é o mais caro do mundo, por passar por um processo bem diferenciado: a civeta come o grão do café, que é colhido depois de suas fezes para produzir esse café.

animais de Bali

Depois do nosso café da manhã, fomos até o alto de um morro, onde podíamos (se o tempo estivesse bom) avistar o Monte Batur, um vulcão que fica nas proximidades de Ubud. Pegamos lá as bicicletas e fomos morro abaixo, com nosso guia fazendo paradas ocasionais. Paramos na casa de uma família local e ele nos explicou como era o tipo de construção das casas e a divisão de uma família típica de Bali.

Continuamos o nosso passeio pelo meio dos campos de arroz, que é realmente um visual lindo de apreciar. O passeio finalizou com uma parada num restaurante bem simples para o nosso almoço.

Tudo isso estava incluso no preço no passeio, que foi Rp250.000 (R$58) por pessoa.

Campos de arroz, Ubud, Bali

Refeição em Bali

A Gaia já contou sobre a experiência dela em Ubud aqui no blog. Confira aqui.

Dia 9: Ubud – Sanur

Nós tínhamos o plano de começar esse dia fazendo a trilha do Monte Batur para ver o nascer do sol, mas não demos muita sorte com o tempo. O dia amanheceu chuvoso, impedindo o nosso passeio. Fomos então novamente ao mercado de Ubud para fazer as últimas comprinhas (o mercado é realmente uma perdição, e só uma manhã lá, não foi suficiente para vermos tudo).

Mais tarde seguimos viagem para Sanur, em um transfer arranjado pelo dono da pousada por Rp 60.000 (R$14) para nós dois.

Dia 10: Sanur

Mais uma vez nossos planos foram por água abaixo junto com a chuva. Assim que chegamos na praia, o dia fechou novamente e a chuva caiu. Decidimos então voltar para o nosso hotel, com uma paradinha no mercado para comprar coisas para cozinhar (ótima dica para quem quer economizar na viagem). O prato foi feijoada, para matar as saudades da nossa comida deliciosa do Brasil. <3

Barcos na Praia de Sanur, Bali

Praia Sanur, Bali

Dia 11: Nusa Penida

Acabando a nossa estadia nesse lugar incrível, resolvemos ir explorar um lugar que não é dos mais explorados turisticamente, mas que definitivamente foi o nosso preferido em questão de visual.

Nusa Penida é uma ilha ao sul de Bali, e que perde os holofotes para a sua vizinha Nusa Lembongan, que é bem mais turística (me lembrou um pouco Cabo Frio, com banana-boat, tirolesa e coisas do tipo). Nusa Penida, por outro lado, tem uma pegada bem mais roots, com pouca estrutura para turismo, mas cada visual inacreditável!

Pegamos o barco de Sanur para lá e pagamos Rp600.000 (R$140) para os dois. No barco conhecemos um casal de ingleses, que nos sugeriu ficar no mesmo hotel que eles estavam, que se chamava Full Moon Bungalows. Pagamos Rp200.000 (R$47) por noite para o casal. O hotel era uma graça e ficava ao lado de uma galeria de arte local, que também era um restaurante. O proprietário era um senhor inglês que ficou muito nosso amigo até o final de nossa estadia.

The gallery, Nusa Penida, Bali

À noite, nós fomos a um bar chamado Penida Colada, na beira da praia. A vibe do lugar era muito legal e todas as foram pessoas muito simpáticas. Para fechar com chave de ouro, chegaram uns locais com instrumentos e começaram a fazer um luau no fim da noite.

Dia 12: Nusa Penida

Broken Beach / Angel’s Billabong / Karang Dawa / Crystal Bay

Esse dia, foi dia de explorar a ilha incrível que estávamos. Já tínhamos pesquisado muito sobre o lugar e tínhamos um roteiro em mente. Alugamos uma scooter e fomos para a primeira parada.

Broken Beach é um cenário de filme! Não parece real de tão incrível que é o lugar! A piscina de coral separada do mar aberto por uma ponte natural de pedra com água azul turquesa foi, com certeza, o lugar mais incrível que já fui na vida.

Broken Beach, Nusa Penida, Bali

Após uma pequena trilha de 5 minutos, chegamos na nossa segunda parada do dia: Angel’s Billabong, uma piscina de borda infinita natural. Apesar da beleza do lugar, não é recomendável que se entre na água. Além do fundo ser repleto de ouriços, existem algumas histórias de “king tides” (ondas muito grandes que sobem do nada com a maré) que invadem a piscina e saem arrastando tudo que está lá. É melhor só apreciar o visual de fora como eu fiz, né? 😉

Angel's Billabong, Nusa Penida, Bali

Em seguida, pegamos nossa scooter e fomos até Karang Dawa. Um mirante no alto de um penhasco com vista para o mar aberto e pequenas praias desertas lá embaixo com água de uma cor incrível. Esse foi o nosso lugar preferido, ficamos muito tempo lá só apreciando a grandiosidade do lugar.

Karang Dawa, Nusa Penida, Bali

Para ver o pôr do sol, nos recomendaram ir até Crystal Bay. Apesar de estar um pouco nublado no fim do dia, ainda conseguimos apreciar um bom pôr do sol. A praia era linda e foi o único lugar dos que visitamos nesse dia que dava pra dar um mergulho, então valeu bastante a pena também.

Crystal Bay, Nusa Penida, Bali

Dia 13: Nascer do sol e Snorkel em Nusa Penida

Acordamos às 4h da manhã nesse dia para aproveitar o nascer do sol. Fomos até Atuh Beach, uma praia do outro lado da ilha, que é o ponto que dizem ter o melhor nascer do sol. Novamente as nuvens nos impediram de ver qualquer coisa, mas ainda assim tivemos um visual legal.

Atuh Beach Nusa Penida

Nusa Penida, por não ser tão turístico, tem sua principal fonte de renda na plantação de algas marinhas, e é nesse horário, ao nascer do sol, quando a maré está baixa, que os “fazendeiros” vão colher as algas, então foi algo bem interessante de se ver.

A ilha também é o lugar perfeito pra quem gosta de fazer mergulho. Além de ter um coral riquíssimo, existem passeios que você vai de barco até um pouco mais longe para mergulhar com arraias gigantes, as Manta Rays.

Infelizmente não conseguimos fazer esse passeio, pois nosso budget já estava apertado nesse ponto da viagem e o passeio custava cerca de Rp1.000.000 (R$236) para nós dois.

Alugamos então um equipamento de snorkel e alguns locais disseram que a praia em frente ao nosso hotel era uma das melhores para se mergulhar. E não deixou a desejar. Vimos umas enorme diversidade de corais, peixinhos, estrelas do mar, muitas cores e tudo lindo. Só tivemos que ter cuidado com as correntes que puxavam muito, então não ficamos muito tempo por lá.

No fim do dia, nos despedimos desse pequeno paraíso escondido e pegamos nosso barco de volta a Bali. Fomos então para Uluwatu, o paraíso dos surfistas!

Dia 14: Uluwatu

Nusa Dua Beach e Templo de Uluwatu

Acordamos bem cedinho nesse dia pois o Pepe queria surfar, finalmente, em Bali. Alugamos uma scooter e fomos até Nusa Dua Beach, uma das melhores praias de Bali pra quem curte surf. A arrebentação fica bem no fundo e você tem que remar bastante até chegar lá, então se prepare para gastar um tanto da sua energia logo de cara.

Além do surf, o visual da praia é lindo. Então, mesmo que você não seja muito de se aventurar nas ondas, é um lugar que vale a pena ir só pelo visual.

No fim do dia, fomos assistir ao pôr do sol no Pura Luhur Uluwatu, o templo de Uluwatu. O lugar era impressionante. Um dos templos mais antigos de Bali, ele fica no topo de um penhasco com vista para o mar e é cheio de macacos – esse não tão legais quanto os de Ubud. O pôr do sol estava um pouco coberto por nuvens, mas com o visual, ainda assim, incrível!

Templo de Uluwatu

Confira também a experiência da Gaia por Uluwatu e essa lista mara com 5 passeios imperdíveis em Uluwatu.

Dia 15: Volta para casa

O Pepe me levou de scooter para o aeroporto, já que eu voltaria para o Brasil e ele seguiria viagem pela Asia. Lembre-se de usar capacete nessa região de Kuta e de Denpasar, pois os guardas ficam de olho e vão atrás de você caso você não esteja devidamente protegido.

No caminho paramos em um restaurante conhecido em Kuta, chamado Sky Garden, um lugar que você paga Rp100.000 por pessoa (R$23) e pode comer e beber a vontade. A comida era ótima, mas o lugar era meio estranho. Era um prédio e cada andar era uma coisa diferente, boate, restaurante, outra boate. Não é um lugar que eu super recomendaria, senão pelo preço.

Informações Adicionais:

Religião

Bali é uma das 17.000 ilhas da Indonésia, e uma das únicas que a religião principal é a Hindu. Em Gili, por exemplo, a maior parte das pessoas é Mulçumana. É muito importante entender e respeitar as duas.

As pessoas estão acostumadas aos turistas, mas ainda assim tem costumes muito diferentes e podem se ofender com coisas que para nós não significa muito. Tirar os sapatos ao entrar em um local, usar roupas adequadas ao andar nas ruas (em Gili, por ser uma ilha, muita gente acha que tudo bem andar de biquini pelas ruas, mas vimos inclusive uma placa em uma casa pedindo para usar biquinis somente na praia, em respeito à cultura deles) são algumas das diferenças culturais que percebemos.

Você não precisa usar burcas ao nada do tipo, mas entender que os costumes são diferentes. Confira esse post: Bali – recomendações pré-viagem.

Moeda

A moeda utilizada em Bali é a Rúpia Indonésia, bem desvalorizada em comparação ao Real(R$1 = Rp 4231). Apesar disso, a barganha é uma coisa bem cultural. Tudo se barganha, preços de hotel, souveniers, aluguel de scooters, preços de taxi… A única coisa que não conseguimos barganhar eram os restaurantes.

Locomoção

O trânsito na Indonésia é bem caótico. Muitas motos, poucos semáforos e isso com certeza vai te enlouquecer nos primeiros dias.

Se você já está acostumado a andar de moto, a melhor e mais barata maneira de se locomover é alugando uma scooter. Não aconselho você aprender a andar de moto por lá, por causa do trânsito maluco que eu mencionei. O aluguel custa em torno de Rp 50.000 (R$12) por 24hrs e, claro, é possível barganhar esse preço caso você vá alugar por mais dias.

Outro transporte que usamos bastante, foi o sistema de transfer. Muitas vezes no seu hotel mesmo eles já tem parceria com alguma companhia, e conseguem descontos por conta disso. Se eles não puderem te atender, existem diversos escritórios de turismo pelas ruas que também fazem esse serviço.

Lá você também pode se locomover facilmente com os “bluebird taxis”, mas eles são um pouco mais caros e é necessário muito jogo de cintura para barganhar um preço com eles. O Uber, apesar de existir lá, é ilegal, então não aconselho usar.

Na saída do aeroporto de Denpassar, você ficará cercado por diversas pessoas oferecendo “taxi”. Muitos não são oficiais, então normalmente você consegue um preço melhor com esses. Pagamos Rp 100.000 (R$23) pra ir do aeroporto para a rua principal de Kuta.