África do Sul: tudo o que você precisa saber para planejar a sua viagem

Confesso: a África do Sul não estava na minha lista dos top 5 lugares que eu queria conhecer, mas foi uma surpresa muito muito muito boa! Acabei de voltar de uma viagem de 15 dias pelo país e já quero explorar mais esse cantinho abençoado!

Nesse post compartilho com vocês dicas importantes para ajudar a planejar a sua viagem para a África do Sul!

África do Sul, uma terra abençoada!

As minhas impressões sobre a África do Sul foram as melhores, apenas com algumas ressalvas. Ao desembarcar no continente africano, você vai encontrar um povo super acolhedor, simpático e feliz!

As paisagens naturais de Cape Town são incríveis: o encontro das montanhas com o mar, a quantidade enorme de trilhas, os visuais lindos das praias azuis, a comida sempre muito gostosa e caprichada, os vinhos bons e baratos e uma atmosfera que lembra muito o nosso Rio de Janeiro.

Praia em Mossel Bay, a primeira cidade da Garden Route

Safari? Ahhh o safari. Fui cheia de expectativas e essa experiência ainda conseguiu superar todas elas. Foi incrível estar no meio do habitat natural de animais selvagens e imponentes. Foi incrível saber de tantas curiosidades e peculiaridades que nunca paramos para pensar. Foi emocionante prestar muita atenção em cada galho de árvore, para ver se encontrávamos o leão.

Durante os 15 dias de viagem pela África do Sul nos impressionamos com paisagens lindas. É um destino que eu recomendo muito para quem gosta de natureza, de passeios de aventura, de animais (claro) e de descobrir lugares fora do comum. É uma experiência que eu recomendo para todos, e que tenho o maior prazer de compartilhar aqui no blog com vocês!

Vôos para a África do Sul

Quem acompanha o site Melhores Destinos, Passagens Imperdíveis e etc, deve estar recebendo várias promoções de passagem para a África do Sul. E foi uma dessas promoções que me fizeram chegar no continente africano.

Na clássica placa do Cabo da Boa Esperança

Comprei a passagem Rio x Joanesburgo / Joanesburgo x Rio por R$1.500, pela LATAM. A companhia começou a fazer vôos para lá há pouco tempo, e foi uma boa experiência. Outra companhia aérea que faz esse trajeto é a South Africa, e vez ou outra também rolam umas promos, fiquem de olho!

Os vôos do Brasil para a África do Sul saem de São Paulo e chegam em Joanesburgo. Não há vôos direto para Cape Town. O trecho SP x JB tem 9h de duração, e a volta, 10h.

Nosso primeiro destino foi Cape Town, então compramos uma passagem só de ida, com duração de 2h, pela empresa Mango, que achei super ok. Pagamos só R$180,00 no trecho, com certeza gastaríamos mais se fôssemos de carro (são 10h de viagem!).

A nossa volta foi por Port Elizabeth, e pagamos R$360 no trecho Port Elizabeth x Joanesburgo. Um pouco mais caro, mas também valeu a pena.

Você pode pesquisar por passagens direto para Cape Town – com certeza terá essa escala em Joanesburgo, mas as vezes vale a pena não precisar comprar passagens por fora.

Vacina de febre amarela

Atenção!!! Isso é muito importante! Você precisa ter tomado a vacina de febre amarela e precisa do certificado da ANVISA, não adianta mostrar só o comprovante do plano de saúde.

Se o plano de saúde não te der o certificado da ANVISA, você poderá trocar no aeroporto mesmo. O meu namorado precisou trocar, e conseguiu trocar no dia mesmo, lá no aeroporto Galeão. Antigamente não precisava agendar horário, mas agora precisa, então é bom agendar direitinho e ter a garantia de que você estará com o cartão em mãos na hora de embarcar. O comprovante é pedido na hora do check in no Brasil, então se você não tiver seu comprovante, não sairá do país.

Melhor época para visitar a África do Sul

As duas principais cidades da África do Sul e as que mais recebem turistas são Cape Town e Joanesburgo. A distância entre elas é grande, cerca de 10h de carro e 2h30 de avião. Por causa disso, o clima é um pouco diferente, e é bom leva-lo em consideração!

As estações são iguais as do Brasil: verão entre Dezembro e Fevereiro e inverno entre Junho e Agosto.

Em Cape Town o verão é quente e com poucas chuvas, a época perfeita para aproveitar as praias, os restaurantes ao ar livre e as trilhas da cidade. Já o inverno é chuvoso e frio! Eu acreditava mais em sorte do que previsão, mas realmente peguei dias chuvosos e frios por lá.

Não recomendo ir no inverno pois a cidade fica mais vazia, pouca gente nas ruas e a chuva pode atrapalhar os passeios, já que a maioria é ao ar livre.

Cape of Good Hope com o dia nublado e chuvoso

Em Joanesburgo é ao contrário. O verão é chuvoso e o inverno ensolarado. Se o intuito da sua viagem é fazer Safari no Kruger (a maior reserva natural da África do Sul), pode ir sem medo entre os meses de Junho e Agosto, isso porquê a vegetação fica seca e baixa, fazendo com que os bichinhos se movimentem mais para encontrar água e comida.

Como sempre, a dica é escolher a primavera e o outono, onde as temperaturas são mais amenas e a cidade não está nem tão quente e nem tão vazia.

A guia que nos levou em uma trilha da Table Mountain nos disse que Setembro é uma ótima época para visitar Cape Town: temperaturas ideais, cidade cheia e muitas flores deixando a paisagem mais linda. Fica a dica pra vocês também 🙂

Moeda

A moeda da África do Sul se chama Rands e é bastante desvalorizada em comparação ao dólar.

Eu levei dólares em espécie para trocar por lá, e a melhor taxa que consegui foi 1 dólar = 12.5 Rands. É preciso pagar uma comissão em cima do valor, o que acaba deixando a taxa mais baixa.

No aeroporto você encontra casas de câmbio e é bom trocar pelo menos um pouquinho, muitos lugares não aceitam outra moeda.

Eu acabei trocando dentro do Shopping do V&A Waterfront. Lá tinham várias casas de câmbio, e foi na American Express que encontrei a melhor cotação.

Não cheguei a fazer a conversão para real, mas acredito que a diferença deve ser pouca!

Idioma

A África do Sul tem 13 idiomas oficiais, mas um dos mais falados é o Inglês. Não tive problemas para me comunicar, às vezes era um pouco difícil de entender por causa do sotaque, que em algumas regiões da Áfica do Sul é bem carregado.

Todas as placas de sinalização, letreiros… enfim, a comunicação é sempre em inglês! Ouvi poucos africanos falando entre si em outra língua, o inglês é realmente a língua que predomina!

Segurança

Quando comecei a pesquisar sobre a África do Sul não vi muita gente falando sobre segurança, apenas dizendo que é como o Brasil, que é preciso ficar atento e tal.

Desembarquei na África super tranquila, sem me preocupar muito com a segurança, mas, logo no aeroporto de Joanesburgo reparei em muitos avisos para ficar de olho nos seus pertences, muita gente mau encarada e muitos pedintes.

Uma dica importante, em relação a hotéis, é deixar sempre a mala trancada com as coisas de valor dentro, ou usar o cofre.

Outra observação que eu tenho a fazer, é sobre os flanelinhas. Nas ruas do centro, como a Long Street (em Cape Town), famosa por ter vários bares e ser bem agitada, tem muuuuitoos flanelinhas e pedintes. Chega a ser chato todo mundo te pedindo dinheiro toda hora. Tome cuidado com eles – não estávamos achando a entrada de um restaurante na long Street, e um flanelinha começou a nos indicar um caminho, que estava errado.

Nas outras regiões que estive não me senti insegura, mas também não arrisquei andar pelas ruas à noite.

Em Joanesburgo foi mais complicado – novamente, muitos pedintes nas ruas, muitos flanelinhas e todos os motoristas de uber nos falavam que não era bom andar pelas ruas a noite. Aliás, a gente quase não vê ninguém andando pelas ruas! E eu nem cheguei a ir no centro da cidade, fiquei só pela região de Sandton e Rosebank.

A dica, claro, é sempre tomar muito cuidado com os seus pertences, não andar na rua à noite, principalmente em lugares que você não conhece. Atenção redobrada =)

Como se locomover

Em Cape Town usamos Uber nos primeiros dias, antes de alugar o carro. Achei o valor bem ok, parecido com o preço do Brasil, mas é uma boa opção sim para quem não quer alugar um carro. O aplicativo funcionou muito bem, haviam carros disponíveis a todo momento.

Mas, se você quer mais praticidade, sugiro alugar um carro durante todo o tempo que você estiver na África do Sul. Fiquei um dia e meio em Joanesburgo e acabamos não alugando e nos arrependemos. Só para ir e voltar do aeroporto, gastamos R$150 reais, e por Joanesburgo ser uma cidade grande, os pontos turísticos são distantes e acabamos gastando bastante. Acredito que se tivéssemos alugado um carro o valor seria mais ou menos o mesmo, mas teríamos mais liberdade e praticidade para andar pela cidade.

Alugamos com a Sixt, empresa parceira aqui do blog, e super recomendo. O atendimento foi bem rápido, o carro era ótimo e não tivemos problemas durante a viagem. A mão é inglesa na África do Sul, então o volante fica no lado direito, o que é bem estranho no início! Mas, parece que roda uma chavinha no nosso cérebro e é fácil de se acostumar com a direção!

Não alugamos GPS junto com o carro, pois estávamos com chip de internet ilimitada da EasySim4U. Usamos bastante WAZE e Google Maps, e funcionou super bem!

Na África do Sul é mão inglesa!

Se você for fazer a Garden Route, também é imprescindível alugar um carro, para você ficar mais livre com horários e ir parando onde quiser! Soube que tem um ônibus chamado Baz Bus, perfeito para os mochileiros – você pode comprar passes de 7, 14 ou 21 dias, e ele te busca na porta de um hostel e te deixa na porta do próximo hostel. Pode ser uma boa opção para quem quer economizar.

Não tive experiência com o transporte público em Cape Town e Joanesburgo, mas li que os ônibus funcionam super bem e há um trem que sai do aeroporto de Joanesburgo para os bairros principais.

Como planejar o seu roteiro

Essa tarefa é bem difícil, já que são muitos lugares lindos e interessantes para conhecer na África do Sul. Abaixo vou citar algumas regiões e quantos dias acho necessário para conhecer cada uma delas.

Joanesburgo

A maior cidade da África do Sul, com 4 milhões de habitantes, é conhecida como Golden City (cidade de ouro) e é a porta de entrada do país. Se o seu estilo é mais cosmopolita, vale a pena explorar a cidade com calma, já que opções de museus, restaurantes e shoppings não vão faltar.

Se você vai fazer uma escala por lá, vale a pena separar um ou dois dias para turistar, e os lugares de maior interesse são: Museu do Apartheid, Nelson Mandela Square, Soweto e Casa do Nelson Mandela.

Eu adoro cidades pequenas e charmosas, e adoro lugares com natureza. Por isso, Joanesburgo não me chamou atenção, e eu teria excluído do roteiro, principalmente se tivesse pouco tempo.

Cape Town (Cidade do Cabo)

Com uma atmosfera a la Rio de Janeiro e construções com um toque Europeu, Cape Town deve ser incluída no seu roteiro e até merece um destaque especial!

Esse pedacinho de terra foi realmente abençoado com muita beleza natural. As montanhas na beira do mar, as praias lindas (apesar da água sempre gelada!) e os pôres do sol com certeza vão te conquistar.

Pôr do Sol no V&A Waterfront

O que você não pode deixar de fazer na cidade: subir a Table Mountain, fazer a trilha até o topo da Lion’s Head, conhecer a praia mais badalada, chamada Camps Bay, dirigir na Cheapman’s Peak (uma estrada super bonita com visual para a cidade), ir até o Cabo da Boa Esperança, passando pela Boulder’s Beach (a praia dos pinguins), passear pela V&A Waterfront e comer muito bem nos restaurantes espalhados pela cidade.

Visual da trilha que fizemos no Parque Nacional Table Mountain

Acredito que 3 dias sejam suficientes para fazer isso tudo, mas se você quiser passear com calma e explorar outros cantinhos da cidade, 5 dias são suficientes.

Veja aqui: onde se hospedar em Cape Town

Veja também: trilhas em Cape Town – Lion’s Head e Table Mountain

Stellenbosch

É claro que os vinhos africanos não podem ficar de fora do seu roteiro pela África do Sul. Para conhecer vinícolas e degustar muuuitos vinhos, vá até Stellenbosch, uma cidade com o clima perfeito para o cultivo das uvas, que está há apenas 40 minutos de Cape Town.

Vinhedos no nosso hotel, o Le Pommier

Eu fiquei duas noites por lá, o suficiente para conhecer três vinícolas: Le Pommier Country Lodge (onde me hospedei), Middelvei e Peter Falke.

Mas, se você não é tão fã de vinho assim ou tem pouco tempo de viagem, dá para fazer um bate e volta de Cape Town. Há também algumas empresas que fazem esse passeio de ida e volta, ótimo para quem não alugou carro ou não quer beber e dirigir.

Veja também: 3 vinícolas que você deve conhecer em Stellenbosch

Garden Route

A Garden Route é uma estrada de 300km, que vai de Mossel Bay até Port Elizabeth, passando por várias cidadeszinha charmosas e com bastante natureza.

Eu fiquei 7 dias na Garden Route, contando com 2 dias inteiros de Safari, mas vc pode selecionar o que quer ver na Garden Route de acordo com o tempo disponível que você tem. Abaixo, listo as cidades e atrações que você vai encontrar ao longo da Garden Route:

Safáris: existem algumas reservas na região. Fizemos o safari no Gondwana Game Reserve, e foi incrível. Outros bons safaris são o Aquilla e o Addo.

Safari no Gondwana Game Reserve

Veja nesse post como foi a minha experiência no Gondwana Game Reserve

Mossel Bay, Knysna, Plettenberg Bay: cidades na costa, cercadas pelo mar e por bastante natureza. Cada uma tem o seu atrativo – em Mossel Bay, por exemplo, tem o mergulho com tubarão branco, feito pela empresa White Shark.

Visual lindo da gruta de Mossel Bay

Wilderness e Buffalo’s Bay: duas praias que ficam bem pertinho uma da outra, com uma distância de 45km, e que são ótimas para passar 1h ou 2h curtindo a paisagem e tirando algumas fotos.

Bungee Jump: o maior bungee jump de ponte e o segundo maior do mundo está na Garden Route, na região do Nature’s Valley. Não tem jeito: você vai ter que encarar o medo e tomar coragem para saltar os 216 metros! Eu me superei e pulei! Em breve vou postar o relato aqui no blog!

Nature’s Valley e Tsitsikamma National Park: muito verde, muitas trilhas, cachoeiras e outros passeios como bike e caiaque. É o paraíso para os amantes de aventuras!

Ponte suspensa no Tsitsikamma National Park

Jeffrey’s Bay: a famosa cidade dos surfistas, onde acontece campeonatos mundiais de surf! É lá que está a praia Supertubes, onde formam-se ondas incríveis. A cidade é bem pequenininha, mas tem um clima de praia bem legal, com restaurantes e lojinhas. Você vai encontrar outlet de grandes marcas como Quicksilver, Billabong e Ripcurl.

Praia dos Supertubos, em Jeffrey’s Bay

Port Elizabeth: última cidade da Garden Route. Eu não cheguei a conhecer a cidade, fui até o aeroporto para devolver o carro e pegar o vôo para Joanesburgo. Se você tiver mais tempo, é uma cidade maior, com bastante shoppings e restaurantes.

Durban

Não tive tempo para incluir Durban no meu roteiro, mas parece ser uma cidade bem legal e com bastante coisas para fazer! Ela fica na costa do Oceano Índico, há 1.600 km de Cape Town (é melhor chegar lá de avião!) e é um lugar muito procurado por surfistas.

Você também vai encontrar locais para pular de bungee jump, fazer mergulho com tubarão branco e muitas paisagens bonitas!

Safari

Uma das prioridades de quem vai para a África do Sul é viver a experiência de um safari, certo?

A maior reserva, como citei acima, é o Kruger National Park, que fica há 7h de carro de Joanesburgo ou também é possível ir de avião para dois aeroportos próximos ao parque. Por lá você vai encontrar muitas opções de hospedagem, para todos os bolsos.

Pôr do Sol durante o safari, no Gondwana Game Reserve

A minha primeira ideia era fazer safari no Kruger, mas fiquei desanimada com o deslocamento e as passagens de avião estavam caras. Pesquisei bastante e descobri outros safaris próximos de Cape Town, na Garden Route. Também tem opções para todos os bolsos!

Eu fiquei duas noites no Gondwana Game Reserve e fiz 4 Games (como é chamado cada “passeio” de carro para procurar os animais). Achei uma quantidade suficiente – vimos praticamente todos os animais!

Compras

Não vale muuito a pena fazer compras (roupas, eletrônicos) na África do Sul, eu achei os preços muito parecido com os do Brasil. Mas, nos principais shoppings de Cape Town e Joanesburgo, encontrei lojas de departamento como H&M, Cotton On e outras locais, que claro, tem aqueles ótimos preços, ainda mais na promoção.

Dei uma olhada em eletrônicos e os preços realmente não estavam atrativos. Outra coisa que me decepcionou um pouco foram os souvenirs – achei que encontraria muita coisa legal para trazer de lembrança da África do Sul, e encontrei sim, mas com preços beem altos!

Um chaveirinho de pelúcia, com a bandeira da África do Sul, estava mais de R$30, por exemplo. Mas, é claro que dá para procurar bastante e encontrar lembrancinhas mais simples, com preços melhores.

Para comprar artesanatos você pode ir até os shoppings. No V&A Waterfront tinha uma loja grandona, com objetos bem legais (e caros). Fomo até a St George Mall, uma rua de pedestres que fica no centro de Cape Town, e lá encontrei uma feirinha de artesanatos. Se você negociar muito, dá para levar algumas coisas com preço bom! Mas prepare-se para se sentir incomodado com tanta gente indo até você oferecer coisas.

Shopping V&A Waterfront

Tax Refund

O imposto da África do Sul se chama VAT, e você pode pedir um reembolso no final da sua viagem. O que você precisa fazer é guardar todas as notinhas de supermercados, lojas, eletrônicos e apresentar no aeroporto (nas notas tem que estar escrito o valor do VAT!).

Primeiro eles pedirão para você abrir a mala e mostrar os produtos que estão nas notas (no meu caso, eles olharam só por cima, não precisei desfazer tudo) e depois é preciso ir em um outro lugar, depois de apresentar o passaporte na polícia, para pegar um cartão mastercard com o valor do imposto devolvido.

Funciona super bem e você pode sacar ou usar em qualquer lugar do mundo. Eu ainda não testei, mas depois atualizo aqui pra vocês como foi =)

Quanto custa viajar para a África do Sul?

É relativamente barato viajar para a África do Sul. O dólar é desvalorizado, então, em Junho de 2017, 1 dólar estava valendo 12.3 rands.

Eu achei muita coisa com o preço do Brasil (roupas, eletrônicos, supermercado, farmácia, etc), mas no geral é uma viagem barata, se compararmos a outros países como Europa e Estados Unidos.

Você vai encontrar opções de hospedagem bem em conta, mas claro, tudo vai depender das suas escolhas. Existem hotéis muito tops, que são mais caros, e hotéis mais em conta, que são ótimos também. Sobre restaurantes, a mesma coisa – encontramos restaurantes muito bons, onde um prato custava em torno de R$50, e fomos em outros restaurantes muito bons também, porém mais simples, onde um prato custava R$30.

Os vinhos são incrivelmente baratos, dá para tomar em todas as refeições! E claro, trazer várias garrafas para casa.

A passagem de avião e a hospedagem acabam encarecendo mais uma viagem – então a minha dica é ficar de olho em promoções e reservar o seu hotel pelo Booking com bastante antecedência.

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Essas são as minhas principais dicas para quem está planejando uma viagem pela África do Sul. Espero ter ajudado vocês, e, se ficou alguma dúvida, pode deixar aqui nos comentários! 

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