Niterói é a minha cidade preferida no mundo inteiro. Não só por ser a minha terra natal, mas principalmente por reunir os melhores passeios numa cidade só. Na lista de o que fazer em Niterói você encontra praias lindas, trilhas para todos os níveis, museus históricos e de arte, sem falar na gastronomia e na diversidade cultural.

Nesse post eu vou te levar pra conhecer uma Niterói que só os moradores conhecem. Preparei uma lista com 30 coisas imperdíveis para fazer na Terra de Araribóia. Vem ver!


Por que conhecer Niterói?

Com cerca de 500 mil habitantes e a 13 km da capital, Niterói é conhecida como Cidade Sorriso. Basta algumas horas na cidade para ter certeza de que o apelido vem bem a calhar. Os moradores são muito acolhedores e simpáticos, sempre com um sorriso no rosto.

Diferente do Rio de Janeiro, que é uma cidade maior e mais agitada, em Niterói existe um ditado que diz que a cidade “tem três pessoas: eu, você e alguém que a gente conhece”. E com essa sensação de cidade pequena dentro de uma cidade grande, Niterói conquista os corações de quem passa por ela.

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Niterói tem muitos pontos de interesse, desde museus históricos e de arte até praias deslumbrantes e trilhas incríveis para ver a cidade do alto. O município faz parte da História do Brasil desde os primórdios, tendo sido uma base de defesa com as suas fortificações datadas do século XVI, além de capital do estado do Rio de Janeiro de 1834 a 1894 e depois entre 1903 e 1975. Depois da fusão do estado do Rio de Janeiro com o estado da Guanabara, em 1975, é que o Rio passou a ser a capital do que conhecemos hoje como o estado do Rio de Janeiro.

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O visual de Niterói para o Rio de Janeiro é lindo!

A cidade é pequena, mas pode-se levar tempo de deslocamento entre as suas pontas dependendo da altura do ano ou do dia em que esteja por lá. Nos dias de mais movimento, é comum se ver preso no trânsito durante horas para ir da zona sul até as praias ou ao centro. Por isso, escolha bem a sua localização na cidade, para conseguir ver o melhor de Niterói sem se estressar no engarrafamento.


Onde fica e como chegar em Niterói

Niterói faz parte da região metropolitana do Rio de Janeiro e está a 13 km da capital. As cidade são separadas pela Baía de Guanabara e é possível chegar à Cidade Sorriso por via terrestre ou marítima.

Para chegar de carro ou ônibus, atravessa-se a Ponte Rio x Niterói. A vista é linda e é possível ver toda a orla da Baía de Guanabara tanto para o lado de Niterói quanto para o lado do Rio. É uma das paisagens mais bonitas que contempla os dois lados da Baía.

Também é possível atravessar do Rio para Niterói pela Baía de Guanabara. Existem duas estações hidroviárias em Niterói, uma é a Praça Araribóia, no Centro da cidade, que recebe tanto barcas quanto catamarãs e a outra fica em Charitas e só recebe catamarãs. As embarcações partem da Praça XV, no Centro do Rio de Janeiro.

O aeroporto mais próximo é o Santos Dumont e pode até ser visto do lado de lá da Baía. Aliás, o pouso no Santos Dumont é uma experiência que eu recomendo a quem puder ter. É o pouso mais bonito que eu já fiz, passando baixinho entre Niterói e o Rio, nas cadeias de montanhas e pertinho da água. Lindo demais!

Uma das melhores formas de se locomover por Niterói é de carro. Você ganha tempo para cruzar a cidade e ainda tem o conforto de organizar melhor os seus horários sem perder muito tempo de deslocamento. Para aluguel de carro, nós sempre recomendamos a RentCars, que tem carros para todos os estilos e ainda faz um comparativo entre as melhores opções para você. Clique aqui para ver mais e fazer a sua cotação na RentCars.

Se a grana estiver curta, também é possível andar de ônibus. Niterói tem uma malha viária extensa e quase todas as linhas que contemplam a cidade partem do Terminal Rodoviário de Niterói, no Centro, logo ao lado da Estação das Barcas.


Melhor época para conhecer Niterói

Niterói tem temperaturas médias entre 20° e 35° ao longo do ano, podendo ter um verão escaldante com os termômetros na casa dos 40° e  um inverno raramente mais frio que 16°. É um clima bem parecido com o da Cidade Maravilhosa, então se você pretende ir a Niterói, é bom fazer o combo Rio + Niterói numa tacada só para aproveitar as temperaturas.

A alta temporada na cidade é sempre o verão, quando as praias estão mais cheias. Os hotéis têm a tendência de não ser tão caros em relação à capital por conta da grande circulação de pessoas que viajam a trabalho para Niterói, recebendo menos turistas de lazer. Isso quer dizer que os preços não variam muito quando o assunto é hospedagem.

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Que tal apostar na primavera ou outono e pegar temperaturas mais amenas em Niterói?

A melhor época para conhecer Niterói vai depender do que você espera ver pela cidade.

Em Niterói, o Carnaval de rua é bem movimentado. Além dos blocos tradicionais durante o Carnaval – como a Banda do Ingá e o Dominó – que lotam as ruas da cidade, muitos clubes e bairros costumam desfilar ou fechar ruas com programações especiais para as festividades, com atividades principalmente para crianças. É um programa super família, com cara de carnaval das antigas.

Além disso, no Centro da Cidade, a Avenida Amaral Peixoto se transforma na Apoteose Niteroiense e acolhe tanto ensaios gerais das principais escolas de samba da cidade, como a campeã Viradouro, quanto desfiles das escolas do grupo de acesso de Niterói.

Pra fechar com chave de ouro a Folia de Momo, no sábado seguinte ao dia de Carnaval quem agita as ruas de Icaraí sem hora pra acabar no melhor estilo Boi Tolo é o Desfile da Sinfônica Ambulante. Os músicos da Sinfônica Ambulante tocam nos melhores blocos do carnaval de rua do Rio de Janeiro, mas é em casa que a festa tem um gostinho especial. Sem dúvida, o meu bloco de rua favorito de todo o carnaval carioca (e fluminense)!

Além do Carnaval, outro programa super tradicional da vida niteroiense são as quermesses juninas. As festas começam em junho e não raramente se estendem até ao fim de agosto. O mês de junho é o mais agitado, começando com as comemorações em honra de Santo Antônio no dia 13 (geralmente, uma festa de 3 dias na Igreja Porciúncula de Sant’Anna, em Icaraí); a festa do padroeiro da cidade, São João Batista, é no Centro, dia 24 e a tradicional barqueata e a Festa de São Pedro no dia 29 tanto em Jurujuba como em Itaipu, que são zonas pesqueiras. Igrejas, clubes, escolas e associações de moradores dos bairros mais tradicionais da cidade também organizam as suas festas juninas durante o inverno quase todo. Haja quentão!


O que fazer em Niterói: passeios tradicionais

Niterói é uma cidade com muito a oferecer. Uma vida cultural riquíssima, sítios históricos e muita, muita natureza. Vem ver essa seleção das melhores coisas para se fazer em Niterói.

01. Museu de Arte Contemporânea de Niterói – MAC

Inaugurado em 1996, o Museu de Arte Contemporânea é o símbolo de Niterói. Projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, o museu ganhou forma numa visita do artista, que o visualizou ali mesmo, em formas circulares, a ganhar o espaço.

Queridinho dos niteroienses e turistas, o MAC abre de terça a domingo, das 10h às 18h. Todos os dias, o pátio fica aberto das 8h às 18h. Além disso, o Bistrô funciona de terça a sexta, das 10h às 17h e nos fins de semana das 9h às 18h.

Os bilhetes do museu custam R$10 a inteira e R$5 a meia e às quartas a entrada é gratuita a todos. Dica: entre as pessoas que têm direito à gratuidade no museu todos os dias estão os visitantes que chegarem lá de bicicleta.

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A incrível arquitetura do MAC!

02. Teatro Municipal de Niterói

A história do Teatro Municipal de Niterói começa em 1827 quando, no local onde está instalado, funcionava uma pequena casa de espetáculos. Ao longo dos anos, o teatro foi-se desenvolvendo e construindo a sua reputação.

Restaurado em 1994, o Teatro reabriu suas portas em 1995. O palco do Municipal de Niterói recebeu grandes artistas do Teatro, da Dança e da Música brasileira como Luiz Melodia, Gilberto Gil, os niteroienses Cauby Peixoto e Zélia Duncan, além de Nelson Sargento e Tim Maia, que fez sua última apresentação ao público lá.

Anexo ao teatro, encontram-se a Sala Carlos Couto, um espaço multimídia que recebe exposições e pequenos eventos. E também o Salão Nobre, ocupado com apresentações de pequeno porte.


03. Fortaleza de Santa Cruz da Barra

A Fortaleza de Santa Cruz é um passeio daqueles bem necessários quando se trata de Niterói. Não apenas pelo seu aspecto histórico e pela beleza arquitetônica, mas pela experiência em si e pelo passeio lindo até lá.

Construída para guardar a entrada da Baía de Guanabara no século XVI, a Fortaleza contempla uma área de 7 mil m² e tem em seu acervo uma artilharia de 45 canhões datados dos séculos XVIII e XIX. Dentro da Fortaleza, está a Capela de Santa Bárbara, construída em 1612.

As visitas guiadas saem sempre de terça a domingo, das 10h às 16h em intervalos de 30 minutos e é preciso agendar por email (agendafscb@gmail.com). As entradas custam R$6 a inteira e R$3 a meia.

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Fortaleza de Santa Cruz // foto: @redthetraveler

04. Igrejinha Histórica de São Francisco Xavier

A Igreja de São Francisco Xavier foi construída pelos padres jesuítas no século XVII, entre 1662 e 1696, feita de alvenaria de pedra e cal com detalhes em madeira. Depois de muitas alterações ao longo dos anos, a Igreja foi restaurada algumas vezes e também tombada como patrimônio histórico pelo IPHAN.

Na Igreja, está a única pia batismal construída pelos jesuítas no Brasil. Em 2013, por conta da Jornada Mundial da Juventude, foi inaugurada nos corredores internos da construção uma exposição que conta a história da Igrejinha e a sua importância para a história do Brasil.

Um dos cantinhos mais românticos da cidade, da Igrejinha se tem uma vista linda da baía de Guanabara, das praias de São Francisco e Charitas e da cadeia de montanhas do Rio. Ali também se encontra um gramado com árvores frondosas, o cenário ideal para um piquenique.

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A charmosa igrejinha de São Francisco, em Niterói // foto: @redthetraveler

05. Parque da Cidade

O Parque da Cidade é conhecido pela espetacular vista para a cadeia de montanhas do Rio de Janeiro. Com uma visão panorâmica da Baía de Guanabara, o passeio fica completo acompanhado do pôr do sol mais bonito de todos.

Mas além disso, o complexo do parque natural reserva muitas surpresas. As duas rampas de voo livre mais tradicionais da cidade saem dali, uma delas com vista para a Região Oceânica de Niterói. O Parque também tem diversas trilhas, entre elas um caminho especial para os praticantes de mountain bike.

As visitas ao Parque da Cidade são gratuitas, mas o estacionamento é limitado. É possível chegar de ônibus até a base do parque e subir o restante do caminho a pé – o que dura cerca de 30 minutos num passo lento. Os voos de parapente costumam custar por volta de R$300 e a dica é voar com o especialista CiroAnimau, um dos melhores instrutores de voo livre da cidade.

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Lindo pôr do sol no Parque da Cidade

Aproveite para ler também: Parque da Cidade (Niterói): o por do sol mais bonito do Rio de Janeiro


06. Praia de Itacoatiara

A praia mais famosa de Niterói, também conhecida como Itacoatiaradise, é pequena se comparada às outras praias da Região Oceânica.

Mesmo assim, com um areal não tão grande, a praia de Itacoatiara se divide entre a praia e a Prainha e é o point de todas as tribos. Ao longo da praia, os grupos de amigos, famílias e casais convivem tranquilamente.

Fica sempre mais vazia durante a semana e tem uma particularidade: o sol só se põe no mar no verão. Então se você quer presenciar esse fenômeno, tem que encarar a praia cheia de Dezembro e Janeiro. Itacoatiara também é a casa das competições de bodyboard no inverno.

Mais tradicional que passar o dia em Itacoa é comer o clássico combo sanduíche natural com mate. Os tradicionais são o Marcelo Natural e o Sergio Natural. Dica: o sanduíche do Marcelo tem 3 ovos de codorna e o mate do Sérgio tem limão.

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A belíssima praia de Itacoatiara!

O que fazer em Niterói: passeios culturais

07. Centro: Praça da República + Biblioteca Parque de Niterói + Igreja Nossa Senhora da Conceição

Um breve circuito pelo Centro de Niterói contempla, no mesmo quarteirão, a Câmara Municipal, o Fórum, a Praça da República e a Biblioteca Parque de Niterói. No quarteirão do lado, está a Igreja de Nossa Senhora da Conceição, com a sua escadaria.

A Igreja foi fundada em 1663 e até hoje recebe muitos fiéis no dia 8 de Dezembro para celebrar Nossa Senhora da Conceição. Uma das festas religiosas mais importantes para os católicos do mundo todo ganha um gostinho especial nessa ermida em Niterói.

A Praça da República e todas as construções erguidas ao seu redor completam a experiência histórica no centro da cidade. O destaque vai para a Biblioteca Parque, construída entre 1927 e 1935 e reformada no começo dos anos 2000. O prédio é bonito por fora e por dentro, vale a visita.

A Biblioteca funciona todos os dias a partir das 10h e a entrada é gratuita.


08. Cine Arte UFF

Instalado no Centro de Artes da UFF, o complexo cultural da Universidade Federal Fluminense, em Icaraí, o Cine Arte UFF foi criado em 1968. Entre os idealizadores do projeto estão nomes como o cineasta Nelson Pereira dos Santos, um dos fundadores do movimento do Cinema Novo.

Já desde a primeira exibição, o Cine Arte se consolida como um espaço para o cinema alternativo. Até hoje, o cinema recebe filmes de festivais, produções independentes, festivais e mostras de cinema de arte.

Outra particularidade do Cine Arte UFF é o valor dos ingressos. As entradas custam R$16, com meias entradas a R$8 e o projeto “meia entrada para todos” com bilhetes a R$5 todas as segundas-feiras.


09. Museu do Ingá + Solar do Jambeiro + Museu Janete Costa

Não é só do MAC que vive a cultura de Niterói. Próximo ao museu mais famoso da cidade, está um circuito cultural composto por prédios históricos que abrigam museus históricos e de Arte. O destaque no circuito dos museus vai para o trio Museu do Ingá + Solar do Jambeiro + Museu Janete Costa. Os três museus estão a uma distância de 2 minutos de caminhada um do outro e contam parte da história de Niterói e também do Brasil.

O Museu do Ingá, também conhecido como Palácio do Ingá, foi construído em  1860. Entre 1903 e 1975, foi sede do governo do Estado do Rio de Janeiro, até a fusão dos estados do Rio de Janeiro e da Guanabara. Hoje em dia, abriga o Museu de História e Artes do Rio de Janeiro, com um acervo de pinturas e esculturas que contam a história do estado e também toda a mobília do Palácio. O museu funciona de terça a sábado, das 12h às 17h e a entrada é gratuita.

O Solar do Jambeiro é um casarão datado do século XIX, que abriga a segunda maior coleção de azulejaria portuguesa do Brasil, ficando atrás somente de São Luís, no Maranhão. Nos jardins do Jambeiro estão uma estufa e um pé de jambo que não raramente deixa um tapete de flores cor de rosa na primavera. Uma delícia de passeio para fazer a dois ou em família. Um segredo: em uma das janelas do segundo andar tem uma gravação feita no vidro pelos donos originais do sobrado. Para além da arquitetura, o Solar do Jambeiro também recebe programação cultural. As visitas são gratuitas e o Solar está aberto todos os dias, das 10h às 18h. Para a programação cultural, consulte a agenda e os valores no site ou nas redes sociais do Jambeiro.

E o mais recente dos três, o Museu Janete Costa de Arte Popular, foi inaugurado em 2012 e é um sobrado-irmão do Solar do Jambeiro, com os mesmos traços arquitetônicos. Uma homenagem ao trabalho da arquiteta Janete Costa, o museu abriga uma coleção permanente de obras feitas pelos mestres da cultura popular do Brasil, especialmente os artistas plásticos e artesãos do nordeste. Além disso, o museu recebe exposições temporárias e tem um serviço educativo especial. As portas do museu estão abertas de terça a domingo, das 10h às 18h e a visita é gratuita.


10. Caminho Niemeyer

Niterói é a segunda cidade no mundo com o maior número de obras do arquiteto Oscar Niemeyer, perdendo apenas para Brasília – que foi quase toda projetada por ele.

Pensando nisso, a cidade instituiu o Caminho Niemeyer: uma linha que liga o centro da cidade até o bairro de Charitas, contemplando todas as obras do arquiteto.

Começando no centro da cidade, o Caminho Niemeyer passa pelo Teatro Popular Niemeyer, Memorial Roberto Silveira, Museu da Ciência e Criatividade – Casa do Conhecimento, Praça Juscelino Kubitschek, Centro Petrobras de Cinema, Museu de Arte Contemporânea e termina na Estação Hidroviária Charitas.

Ao todo, são 8 obras de Oscar Niemeyer espalhadas por Niterói. Um prato cheio para quem é fã de arquitetura.

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Algum fã de arquitetura? Teatro Niemeyer // foto: @redthetraveler

11. Palácio dos Correios

O Palácio dos Correios é, como o nome diz, o principal prédio dos Correios de Niterói.

Centenário, o Palácio abriga não só as funções administrativas dos Correios, mas também um espaço cultural voltado principalmente para as artes visuais. As salas acolhem exposições de pinturas e fotografia além de instalações e esculturas.

Outra coisa interessante é a vista do último andar, de onde se tem uma visão quase panorâmica da Baía de Guanabara e da Avenida Rio Branco, onde o prédio está localizado.

O espaço cultural data de 2014, ano em que o Palácio dos Correios completou 100 anos, e as visitas são gratuitas, sempre de segunda a sábado (exceto feriados) das 11h às 18h.


12. Campo de São Bento + Centro Cultural Paschoal Carlos Magno + Acarajé da Claudia Baiana

O passeio mais família de Niterói é andar pelo Campo de São Bento nos fins de semana. O parque, urbanizado em 1908 e tombado pela Prefeitura de Niterói em 1990, pertenceu ao Mosteiro de São Bento, por isso o nome.

Dentro do Campo de São Bento você vai encontrar um lago com chafariz, ruazinhas de terra ótimas para pedalar, quiosques e barraquinhas de comida, brinquedos para crianças e até um centro cultural.

Aos fins de semana, o Campo de São Bento recebe a tradicional feira de artesanato, que conta com todo tipo de peças feitas à mão e comidas deliciosas. Destaque para o famoso Acarajé da Cláudia Baiana, super conhecido e apreciado na cidade, e também para a feira de orgânicos.

O Centro Cultural Paschoal Carlos Magno fica dentro do parque e é um prédio todo de vidro, que pode ser visto já pelo lado de fora. Fundado em 1975, o espaço abriga exposições de pintura e fotografia, instalações e esculturas e também apresentações de música, teatro e dança. Toda criança niteroiense já viu a Bia Bedran se apresentar lá.

O CCPCM dispõe de uma sala com paredes de vidro e uma varanda no térreo, mais uma sala de exposição no segundo andar e, recentemente, abriu o terraço para visitas e eventos. A entrada é sempre gratuita e o espaço funciona das 10h às 17h todos os dias.

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Niterói é repleta de lugares charmosos para conhecer! // foto: @redthetraveler

O que fazer em Niterói: passeios de natureza

Niterói tem uma lista enorme de passeios de Natureza. As praias oceânicas são as queridinhas e as trilhas sempre surpreendem pela beleza. Vamos a elas?

13. Praia de Camboinhas + Praia do Sossego

A Região Oceânica é composta por praias de mar aberto e duas das mais bonitas ficam coladinhas. O bairro é Camboinhas e dentro dele estão a Praia de Camboinhas e a Praia do Sossego.

Camboinhas tem um areal extenso, quiosques, estacionamento, vendedores ambulantes e até banheiros. É um passeio mais família, com cara de domingo. Mas também é ótimo para quem gosta de dar uma corridinha no fim da tarde ou comer um queijo coalho ou um peixinho frito com água de coco.

A Praia do Sossego é um cantinho entre as praias de Camboinhas e Piratininga. Para chegar até lá, você vai precisar descer uma escada de pedra e areia e não vai ter infra estrutura como na praia de Camboinhas. Por outro lado, vai ter uma praia quase vazia (na baixa temporada) e uma sensação de ilha deserta. Só cuidado com os mosquitos no fim do dia. A praia tem um areal curto e uma vegetação bem fechada em volta, o que atrai insetos.

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A lindíssima Praia de Camboinhas // foto: @redthetraveler

14. Piratininga: Praião + Prainha + Mirante

Piratininga é outro bairro da Região Oceânica e conta com duas praias e uma lagoa.

As praias são conhecidas como Praião e Prainha, e são divididas por uma pedra. As duas tem um areal bem extenso completando, juntas, quase 3 km de extensão.

Piratininga também é um passeio super família e as praias contam com uma infraestrutura muito boa. Restaurantes, bares, quiosques, ciclovia, brinquedos de criança e até uma faixa fechada do trânsito nos fins de semana para livre circulação de pessoas em suas bicicletas, skates ou patins.

Além das praias de mar aberto, outro ponto alto do passeio é o Mirante de Piratininga de onde se tem uma vista panorâmica para as praias de Piratininga, parte da cadeia de montanhas do Rio, a praia do Sossego e a praia de Camboinhas. De tirar o fôlego! Dá para subir de carro ou a pé.

A Lagoa de Piratininga é acessada pelo bairro chamado Tibau, uma comunidade de pescadores que tem uma das paisagens mais bonitas da região e uma seleção de restaurantes locais que servem um peixe delicioso.

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Mirante de Piratininga! // foto: @redthetraveler

Aproveite para ler também: Região dos Lagos (RJ): as 10 praias mais bonitas da região


15. Trilha Costão + Bananal

A trilha mais tradicional de Niterói é a subida ao Costão de Itacoatiara. A caminhada é leve e a subida, mesmo íngreme, é num nível iniciante. Em cerca de 30 minutos você já está no topo, com vista pro mar.

O que pouca gente conta é que, em complemento à trilha do Costão, o Parque da Serra da Tiririca também identifica uma trilha para baixo. A trilha do Bananal contorna a pedra do Costão mais próximo da água e, apesar de não ter a vista bonita da praia, chega bem pertinho do oceano. Outra atividade para fazer no Bananal é rapel, por cerca de R$30. A dica é começar pelo Bananal para aquecer e depois subir para o Costão.

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Não deixe de fazer a Trilha do Costão. É uma das mais queridas da cidade.

Atenção: leve bastante água, alguma coisinha para comer, protetor solar e sapatos de trilha para ambas. O caminho para o Bananal tem muitas pedras e espinhos e a subida do Costão é íngreme. Outro cuidado é evitar subir o Costão nos horários do sol mais quente, porque a proximidade com a pedra quente é inevitável.


16. Trilha Pedra do Elefante (Alto Mourão)

Para quem gosta de trilhar e já tem um pouco mais de experiência, a Pedra do Elefante é a melhor pedida. A caminhada começa em Itaipuaçu e a vista lá do topo é dividida entre a Região Oceânica de Niterói e a orla de Maricá.

A trilha é muito bem sinalizada e a primeira parte é toda no meio do mato. A última parte é direto na pedra e é preciso ter muito cuidado, pois a subida é bastante íngreme e existem alguns trechos que você vai precisar fazer uma escalaminhada.

Há quem suba para ver o nascer do sol. Mas é preciso ter cuidado e experiência para fazer a trilha no escuro.


17. Trilha Morro das Andorinhas

Do outro lado da praia de Itacoatiara está o Morro das Andorinhas. Para chegar até lá, existe uma trilha leve, que dura cerca de 2 horas no total.

A entrada para a trilha é ao lado da Igreja de Itaipu. Dali, segue-se pela ruazinha até chegar a um caminho de terra. Atenção à trifurcação da estrada, é sinal de que você está no caminho certo. Qualquer uma das escolhas vai te levar ao fim da trilha.

Lá de cima, você vai ver as praias de Itaipu, Itacoa e Camboinhas, além do Costão e da cadeia de montanhas do Rio. Uma lindeza só!


18. Trilha Santo Inácio

No alto dos seus 348 m de altura, o Morro Santo Inácio é o terceiro pico mais alto de Niterói e fica entre os bairros São Francisco e Maceió. É uma trilha pouco conhecida e ficou um tempo fechada, mas foi reaberta com uma nova sinalização, o que deixou a vida dos trilheiros muito mais fácil.

Para chegar até lá, você começa a subida no Parque da Cidade, antes de chegar às rampas de voo livre, logo do lado do Bosque dos Eucaliptos. No caminho até o topo do Santo Inácio estão alguns mirantes e você já pode começar a observar a paisagem já nos primeiros 15 minutos de subida.

O percurso total dura cerca de 45 minutos e do topo do Santo Inácio se pode ver as praias da Região Oceânica, as praias da Baía e a cadeia de montanhas do Rio de Janeiro.


19. Trilha Travessia Tupinambá

A maior trilha de Niterói dura cerca de 3 horas e liga o bairro de Charitas ao do Cafubá pelo meio da mata com vistas de tirar o fôlego, numa travessia segura e muito bem sinalizada.

O ideal é fazer esse trajeto em grupo, já que o nível de dificuldade aumenta por conta do tempo de duração do percurso. Não preciso nem dizer que é essencial levar bastante água, comida, roupas confortáveis, protetor solar e repelente. É uma caminhada demorada, mas muito gratificante.


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Onde comer em Niterói

Entre as vilas de pescadores, a influência portuguesa e a cultura quilombola, Niterói é um prato cheio para os apreciadores da boa gastronomia. Saiba o que comer na Cidade Sorriso:


20. Bolinho de Bacalhau no Caneco Gelado do Mário

Um clássico da gastronomia de boteco niteroiense, o bolinho de bacalhau do Caneco Gelado do Mário já é patrimônio de Niterói.

O bolinho é tão grande que dois já podem contar como refeição. Acompanhado de uma cervejinha é o ideal para aquele bate papo com os amigos no fim de tarde no melhor estilo sextou.

O “boteco mais tradicional de Niterói”, como eles mesmos dizem, já passou por várias reformas e tem 3 ambientes bem distintos um do outro. Para quem não conhece, o ar de pé sujo do primeiro salão pode assustar. Basta entrar para o segundo ambiente que tudo muda de figura e você é transportado para a terra do melhor bolinho de bacalhau de todos.

O Caneco Gelado do Mário está localizado na Rua Marquês de Caxias, lojas 5, 6 e 7, no Centro de Niterói.

O famoso bolinho de bacalhau custa R$9 mas vale cada centavo. Além dele, os pastéis e os bolinhos de aipim tomam a dianteira dos pratos preferidos. Também há sanduíches, peixes e outros pratos com frutos do mar.


21. Camarão no Coco Verde do Restaurante Seu Antônio

Em funcionamento desde 1985, o Restaurante Seu Antônio é conhecido pelo bacalhau. Claro, Seu Antônio é um português daqueles bem tradicionais, que vive no Brasil há anos e abriu o seu livro de receitas para todos no seu restaurante.

Mas a minha dica é o camarão no coco verde, uma pérola do cardápio. Os pratos não são baratos, mas compensam não só pela qualidade mas também pela quantidade. O camarão no coco custa R$95 e serve cerca de 4 pessoas.

O Seu Antônio funciona todos os dias das 11h30 às 19h30 e se você pretende almoçar por lá precisa chegar cedo. A fila é tão grande que já se institucionalizou o tempo de espera, do outro lado da rua existe o Bar da Fila, onde se pode comer aperitivos e tomar uma cervejinha antes de conseguir a tão sonhada mesa no restaurante.

Mesmo com todos os perrengues, é imperdível!


22. Taberna de Darwin

Uma cabana no meio da floresta, com uma rede na porta e um deque de madeira. Essa é a Taberna do Darwin, no Engenho do Mato.

Mesmo tendo sido notícia no New York Times, o restaurante ainda é pouco conhecido e frequentado. Nesse clima de quase exclusividade, você pode experimentar um cardápio bem natural preparado com ingredientes sempre frescos.

Entre as iguarias, tartar de atum com wasabi e abacaxi, polvo ao vinho do porto com baroa e risoto de lagosta com espumante e crocante de parma.

Os preços não são muito baixos, mas a experiência é única: buffet vegano por R$95, pratos principais por R$79 e cardápio completo por R$112.

A Taberna do Darwin fica na rua Rua Pau Brasil 14, quadra 15 e abre sextas das 9h às 17h, sábados das 9h às 16h30 e aos domingos das 12h às 16h30.


23. Peixe e frutos do mar de frente para a Baía de Guanabara

O bairro de Jurujuba tem uma colônia de pescadores muito tradicional em Niterói. Ali estão os fortes do Rio Branco e São Luís, a Fortaleza de Santa Cruz e é onde acontece a famosa Festa de São Pedro.

Dois dos melhores restaurantes de peixes e frutos do mar da cidade só poderiam ficar na zona pesqueira. Lado a lado na Avenida Carlos Ermelindo Marins, o Berbigão e o Bicho Papão têm preços bem parecidos e muitos pratos com peixe fresco.

Aberto todos os dias das 11h às 00h, o Restaurante Berbigão funciona desde 1999. Destaque para o risoto de frutos do mar e os camarões.

O Restaurante Bicho Papão está há mais de 60 anos no mercado e também funciona das 11h às 00h. O destaque vai para a caldeirada de frutos do mar e o polvo a espanhola.


24. Cachorro quente na praia de São Francisco

O basicão da gastronomia de rua que nunca decepciona: podrão. Nesse caso, dogão.

São Francisco é um bairro muito tranquilo e com diversos atrativos para todos os públicos. O passeio mais democrático de todos é ver o pôr do sol na praia e começar a noite na barraquinha de cachorro quente.

As barraquinhas da praia fazem parte da mesma cooperativa desde 2000, então o preço é tabelado e o atendimento é bastante similar. O que diferencia uma barraca da outra é a variedade de molhos. A dica é procurar a barraquinha com molho barbecue e o seu cachorro quente vai ganhar outro sabor – literalmente.


25. Italiano + açaí no Puro Suco

A eterna guerra dos niteroienses com os cariocas é se o salgado se chama italiano ou joelho. Em Niterói não há dúvidas: é italiano!

Lanche certeiro de quem faz trilha em Itacoa ou em São Francisco o italiano + açaí com banana do Puro Suco é para recuperar as energias e calorias sem culpa. Destaque para a famosa e imperdível maionese temperada.

Outras lanchonetes que entram na briga e lideram a lista dos melhores italianos da cidade são o tradicional Ponto Jovem, a antiga Húngara e também o Matinatta, todos em Icaraí. Isso sem falar no Rei do Suco, no Centro e no Transasuco também em Icaraí. Além do açaí, outros dois acompanhamentos tradicionais para o italiano são o guaraná natural ou um mate bem geladinho.


O que fazer em Niterói: lugares secretos

Sabe aquelas coisinhas que ninguém te conta e só os locais sabem? Você está com sorte! Agora eu vou te dar as melhores dicas de Niterói para fugir dos roteiros tradicionais e experimentar o melhor da cidade como um local.


26. Samba + feijoada no Quilombo do Grotão

O Quilombo do Grotão é uma comunidade quilombola localizada no Engenho do Mato. O terreno em que está instalado foi passado de pai para filho e hoje é um espaço de cultura e resistência.

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Samba + feijoada, a melhor combinação!

Ali vivem famílias que se propõem a preservar as suas raízes e a reserva natural em que, hoje, está inserido o Quilombo.

Entre as atividades realizadas pela comunidade está a Feijoada do Quilombo. Uma bela roda de samba com feijoada completa e muito alto astral.


27. Museu de Arqueologia de Itaipu

Uma surpresa escondida na Praia de Itaipu, ao pé da Serra da Tiririca, é o Museu de Arqueologia de Itaipu.

Construído em 1764, o antigo Recolhimento de Santa Teresa foi erguido com alvenaria de pedra, conchas de sambaquis e óleo de baleia. As ruínas da estrutura principal ainda existem e resistiram à ação do tempo.

O espaço conta com sete pátios abertos e salas de exposições que contam a história dos primeiros moradores da região. O MAI também é um dos responsáveis pela pesquisa e conservação dos sítios arqueológicos do estado do Rio.

A entrada custa R$2 e as visitas são de terça a sexta das 10 às 17, sábados e feriados das 9h às 16h.

Para completar o passeio, nada melhor que um mergulho na praia de Itaipu e um gurjão de peixe com cerveja bem gelada no quiosque.


28. Bosque dos Eucaliptos

O Parque da Cidade é muito conhecido pelas suas pistas de voo livre e pelo pôr do sol espetacular. Mas pouca gente sabe de outro passeio imperdível para fazer na reserva natural.

O Bosque dos Eucaliptos é muito conhecido entre os fotógrafos da cidade por conta dos altos eucaliptos que criam uma atmosfera super romântica para fotos.

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Detalhes do lindíssimo Bosque dos Eucaliptos! // foto: @redthetraveler

29. Lagoa de Itaipu

Um dos recantos mais bonitos da cidade, a Lagoa de Itaipu pode ser acessada tanto por Itaipu quanto por Camboinhas, se a maré estiver baixa e o canal que liga as duas praias estiver vazio.

Com bares na beira da água e até pousadas nas ruas próximas, a Lagoa de Itaipu é aquele cantinho que vale a pena ir para curtir com os amigos ou a dois com uma cervejinha na mão até o sol ir embora.

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Visual para a Lagoa de Itaipu // foto: @redthetraveler

30. Cheiro de Mar

Recanto dos uffianos e da galera das antigas, o Cheiro de Mar é um quiosque na Boa Viagem com uma vista privilegiada para a Baía de Guanabara, o Pão de Açúcar e a Ilha da Boa Viagem.

O quiosque fica na rua Roberto Rowley Mendes, 156. É super fácil de chegar e muito aconchegante. Insider tip total, porque esse não está nos roteiros tradicionais. Vale a pena conhecer!


Dicas de hotéis em Niterói

Niterói não é uma cidade muito grande, mas ao mesmo tempo, pode-se perder muito tempo no trânsito. Por isso, é importante escolher bem a localização dentro da cidade.

As melhores regiões para se hospedar são a Zona Sul (São Francisco, Icaraí, Ingá e Santa Rosa) ou a Região Oceânica (Itacoatiara, Itaipu, Camboinhas e Piratininga), dependendo das suas prioridades na viagem.

Se a sua intenção é se hospedar em Niterói para curtir também o Rio, o ideal é se hospedar na Zona Sul. Agora, se a sua ideia é curtir as melhores praias da cidade e não sair de Niterói, a Região Oceânica pode ser a melhor pedida.

Niterói tem hotéis para todos os bolsos. Desde mochileiros a viajantes de luxo encontram boas opções pela cidade.

Para os mochileiros, uma boa escolha é o Brazileranza Hostel, um dos albergues mais conhecidos de Niterói. Localizado à Rua Antônio Parreiras, em Icaraí, fica perto dos pontos de ônibus e da praia de Icaraí. Está, também, a uma distância caminhável do Campo de São Bento e até mesmo do MAC.

Se você busca uma pousada bem no meio da natureza, com bastante mato em volta e uma piscininha pra relaxar das trilhas, a Pousada Pedras Brancas em Itaipu é a boa. Perto das praias oceânicas, tem uma ótima localização e bom custo x benefício.

Agora, se a sua ideia é ter uma experiência de luxo, o H Niterói Hotel, no Ingá, é certeiro! Escolhido por muitas noivas para o dia do casamento, o hotel tem uma vista espetacular para Baía de Guanabara e a cadeia de montanhas do Rio de Janeiro. Piscina, bar, quartos incríveis. É daquelas experiências memoráveis para viver a dois.


Pronto para conhecer Niterói?

Depois dessa lista completa com as melhores dicas do que fazer em Niterói você com certeza já se convenceu de incluir a Cidade Sorriso no seu roteiro pelo Rio de Janeiro, não é? Conta pra gente nos comentários o que você mais gosta em Niterói ou o que ficou de fora dessa lista!

 

Quem escreve | @redthetraveler
Red
Mais uma que foi picada pelo bichinho viajante e não consegue parar quieta num lugar só. Viaja para conhecer outras culturas, fotografar, se conectar com a natureza e comer.
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